Sexta-feira, 9 de Dezembro de 2011
Índice do Enquadramento Teórico

Aqui tenho uma primeira versão do Enquadramento Teórico:

 

PARTE 2 - ENQUADRAMENTO TEÓRICO

 

2.1. MARCA INSTITUCIONAL

2.1.1. Contextualização Histórica

2.1.2. Definição de Marca

 

2.2. COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL

2.2.1. Públicos (externo e interno)

2.2.2. Web 2.0.

 

2.3. AVALIAÇÃO DE MODELO

2.3.1. Definição de Modelo

2.3.2. Seleção do Modelo

2.3.3. Avaliação do Modelos

 

2.4. METODOLOGIA

2.4.1. Estudo/Pesquisa não-experimental

2.4.2. Método de natureza qualitativa

2.4.3. Técnicas e instrumentos de recolha de dados




PERGUNTA DE INVESTIGAÇÃO EM DRAFT

Ainda em versão draft está é a situação da pergunta de investigação dez/2011:

Que método de avaliação aplicar para compreender (avaliar) a “integração do conhecimento de marca” no contexto interno de uma instituição?




Sexta-feira, 25 de Novembro de 2011
natureza da investigação

No esfoço de definir a natureza da minha investigação, de acordo com os elementos disponibilizados pelo prof. Luis Pedro, cheguei (amos) junto (s), com a profa. Catarina Lélis, a seguinte pré-conclusão:

 

o estudo da minha investigação é de natureza explanatória - na medida em quem tem a intenção de explicar algo, neste caso por meio da avaliação.

Está baseado numa investigação ulterior de base exploratória.




Quinta-feira, 24 de Novembro de 2011
Você sabe o que é um modelo?

 MODELO 

 

Na raíz etimológica está o termo latino modus que significa medida, que permanece na significação que o termo possui dentro do campo científico, a saber: Sistema físico, matemático ou lógico que representa as estruturas essenciais de uma realidade e é capaz de, no seu nível, explicar ou reproduzir dinamicamente o funcionamento daquelas. Os modelos reduzidos da aviação ou da hidráulica são modelos físicos; os modelos económicos são modelos lógico-matemáticos (BIROU, 1982: 259). Acresce a isto que há modelos totais, que visam prever os efeitos gerais de algo e os modelos parciais, que abarcam só um aspecto ou problema. E Alain Birou sublinha ainda que qualquer modelo, seja físico ou conceptual, é a formalização matemática de um fenómeno real. É também uma antecipação racional que tem em vista a produção de um efeito no futuro (BIROU, 1982: 259). Em CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO há afinidades com o modelo sociológico ou modelo do comportamento social que consiste em substituir a complexidade de um SISTEMA social por um sistema simplificado (modelo) que reproduziria o essencial do precedente e seria susceptível de tratamento quantitativo, quer destacando de um sistema em exercício variáveis fundamentais que permitam a comparação de sistemas diferentes. Para uma descrição ou interpretação de uma situação presente, o procedimento que consiste em elaborar modelos explicativos pode ser frutuoso e útil. É um meio capaz de proporcionar a agregação sistemática dos factos para os reorganizar de maneira significativa; é um método que tem por objectivo reunir os dados empíricos de maneira a orientá-los de acordo com as hipóteses conceptuais de trabalho (BIROU, 1982: 262-263). E essas afinidades acentuam-se no estudo do COMPORTAMENTO INFORMACIONAL com incidência na INFOMETRIA, uma vez que há uma base quantificável e prospectiva e seguindo o imperativo metodológico de identificação e controlo das variáveis envolvidas (desde o MEIO AMBIENTE à SITUAÇÃO, passando pelo CONTEXTO). Em outras áreas deste campo científico, nomeadamente na GESTÃO DA INFORMAÇÃO, o Modelo tende a ser mais lógico ou conceptual que matemático e visa resolver um emaranhado de problemas (modelo total) ou apenas um problema específico (modelo parcial). Para cumprir o desiderato mais geral e até o mais específico há vantagem em vincular o Modelo a uma Teoria, sendo aquele o exercício de operacionalização teórica através de uma intervenção prática em busca de resultados concretos (pou da melhoria de indicadores operativos como eficácia, eficiência, rapidez, usabilidade, etc. Um exemplo de Modelo que vem sendo aplicado na área da Gestão de Informação é o Modelo Sistémico de Informação Activa e Permanente (SIAP), inspirado na Teoria Sistémica e composto por vários Módulos, que correspondem a duas fases distintas: a do diagnóstico/análise e explicação. Essencialmente descritiva e “radiográfica", na medida em que põe em relevo características e problemas vários de um caso concreto em estudo; e a interventiva, que apresenta soluções de curto, médio e longo prazo com um plano de optimização de resultados positivos bem definido. Esta acepção de Modelo poderá parecer sui generis, mas é tão oportuna e válida quanto as outras e está sendo testada com desenvolvimentos estimulantes em projectos de pesquisa assumidamente de Ciência da Informação. Ver MÉTODO QUADRIPOLAR. 

 

Retirado daqui - http://www.ccje.ufes.br/arquivologia/deltci/def.asp?cod=57




Terça-feira, 15 de Novembro de 2011
O que já se fez de relevante na minha área de investigação?

A Senhora Ulrike Arnhold transformou sua pesquisa de investigação de doutoramento num livro:

User Generated Branding
(Integrating User Generated Content into Brand Management)

Descrição

Qual é o valor do conteúdo gerado pelo usuário em branding? Fazer atividades de mídia social, como as comunidades de marca e blogs ao invés de fazer mal, fortalece a marca? Ulrike Arnhold investiga essas questões latentes, introduzindo o conceito de branding gerado pelo usuário. De uma perspectiva de gestão da marca, ela analisa o impacto de programas de marketing interativo em Web 2.0, avaliando o conteúdo gerado pelo usuário como uma ferramenta do mix de comunicação da marca. Seu livro vai ajudar tanto os estudiosos e profissionais para obter uma compreensão completa das raízes, estratégias e aplicações de conteúdo gerado pelo usuário em branding.

 

 




intro

Neste espaço pretendo reportar etapas do meu projeto de dissertação para o mestrado em comunicação multimédia.

Sou licenciado em Relações Públicas em 2001. A partir desta altura dediquei grande parte (no caso toda) do meu trajeto profissional a "netmakers" - iniciativa própria já extinta - 1999-2009 - de agência de publicidade.

(Porque escolhi esta temática?)

Até algumas semanas atrás (leia-se 2 meses) não tinha a mínima idéia do que seguir enquanto "thesis". http://en.wikipedia.org/wiki/Thesis

Isso estava a me incomodar e preocupar muito.
Acreditei ser interessante a proposta dos professores Óscar Mealha e Catarina Lélis.
Fiz uma primeira reunião dia 19/set onde o tema original foi modificado/adequado mais ao meu perfil.

A versão "próvisória" do título ficou então:

(Que título daria, neste momento a minha investigação?)

Avaliação qualitativa de um modelo de integração de conhecimento de marca.

Isso respondeu a pergunta?

Precisei de alguns 45 dias para perceber o que seria uma "central participativa de marca". Mas ainda não sei bem do que estou falando.

Nesse ínterim ouvi uma declaração interessante de que "o mestrado forma investigadores". Ótimo!
Ouvi também que tenho que ler, e depois escrever. Perfeito.
Mas quando me perguntam: então, e sua tese? Sobre o que é?

Ainda gaguejo.

 

Obrigado, até breve.




Quinta-feira, 13 de Outubro de 2011
artefacto/artefato
Estou a ler (ainda) o enquadramento teórico do projeto de doutoramento da Profa. Catarina Lélis.
Gostei muito do conceito posso dizer "alargado" sobre um mero "artefacto".

ARTEFACTO


Dicionarizado como produto da indústria, pode significar, por extensão, todo o produto tridimensional concebido e manufacturado pelo ser humano antes e depois da revolução industrial. Usa-se em CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO como sinónimo de documento ou livro e contraponto a mentefacto.

Ver MENTEFACTO.


Como referenciar este verbete:
Dicionário Eletrônico de Terminologia em Ciência da Informação – Artefacto. [em linha]. Vitória, E.S.: Porto: DCI – CCEJ da UFES, SAJCC da FLUP – CETAC.Media, 2007. [consultado em: inserir data da consulta do verbete]. Disponível na www: < URL: http://www.ccje.ufes.br/arquivologia/deltci/def.asp?cod=5 >.


Segunda-feira, 10 de Outubro de 2011
Lamiré!

lamiré 

s. m.

1. Diapasão.

2. [Figurado]  Sinal para começar alguma coisa.

3. [Popular]  Repreensão.

 

Bem, já fiz o 2!


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